quinta-feira, 24 de setembro de 2026

A Ilha Esquecida

                                               

     Esta é uma postagem patrocinada pela rede de cinemas CINEFLIX! Estou imensamente grato pela Cineflix apoiar o espaço Black Dog dando a oportunidade desse homem aqui ir conferir alguns filmes e trazer a crítica aqui de primeira mão pra vocês! Aproveite, compartilhe muito e visite as outras postagens desse espaço onde critico filmes desde 2018 e, novamente, muito obrigado CINEFLIX por estar junto com o 'Black Dog' e ajudar esse espaço e crescer e um dia, quem sabe, virar referência em críticas de filmes na internet! Basta acreditar e vamos ao filme da vez! 

     E o filme da vez é uma animação que eu confesso que estava muito animado pra assistir e explicarei mais pra frente, chamada 'A Ilha Esquecida' que estreou hoje, dia 24 de Setembro de 2026, e eu fui assistir e que nem sabia que seria o filme da vez. É uma animação da 'Dreamworks' o mesmo estúdio de 'Shrek' e 'Madagascar' que apostou numa aventura nova, mas será que deu certo? Dirigido por Joel Crawford e Januel P. Mercado que também roteirizaram juntos essa aventura. No elenco de vozes temos Dave Franco, Liza Soberano, H.E.R., Lea Salonga, Manny Jacinto, Jenny Slate, dentre outros.


     A animação que dura 99 minutos conta a história de duas garotas que se conhecem na sala de espera da detenção onde uma é mais 'cabeça avoada' e bagunceira e a outra é mais certinha e meio 'nerd' onde elas selam um pacto de amizade onde logo uma vai até a casa da outra, fazem muitas coisas juntas e nesse meio termo, a 'garota bagunceira' que só tem a avó como amiga sempre conta a história de uma misteriosa ilha com monstros fantásticos e histórias que circulam a mesma, até mesmo a existência de uma grande vilã que todos temem. Os anos vão passando, elas vão crescendo e ainda muito amigas onde uma das garotas visa estudar nos Estados Unidos numa faculdade prestigiada enquanto a outra é mais 'largada' e trabalha num fast food vivendo 'um dia de cada vez'. Sabendo que irão se separar e não conseguindo digerir direito numa conversa a sós com a amiga, um portal no mar se abre, como a avó de uma das garotas sempre contava, onde elas decidem atravessá-lo e descobrir que a tal ilha fantástica que elas sempre ouviam histórias e cresceram se imaginando ali se tornou real: o local de fato existe e guarda muitas surpresas.


     Deixa eu contar minha história: como eu só posso ver um filme no cinema por semana (já é uma grande vitória) eu decidi ver 'um outro', mesmo tendo muita vontade de ver este, pois não sou muito fã de animações pelo fato delas costumarem empregar muitas coisas da atualidade, não terem uma história realmente boa e sendo realmente focada nas crianças onde não sobra muitas coisas para um adulto, mais de trinta anos, que curte animações e desenhos ir ver de fato e se divertir (por isso que hoje existe uma ampla gama de animações adultas pra suprir essa necessidade). Porém deu um problema na sala onde a gentil gerente deixou eu correr pra uma outra sala onde faltavam dez minutos pra começar 'A Ilha Esquecida' (que sorte!) e ainda ganhei outro ingresso pra voltar lá no Sábado pra finalmente assistir o filme que eu escolhi e estreou essa semana, então sim, Sábado teremos uma outra 'estreia' aqui no espaço 'Black Dog'!

     Mas voltando, eu estava com muita vontade de assistir 'A Ilha Esquecida', pois não é um filme da 'Disney / Pixar', nada contra, mas muitos filmes deles tem uma pegada que não me atrai muito e os novos filmes ou que eles almejam criar um universo ao redor e criarem uma franquia não soa muito bem e a maioria dos filmes não se comportam da maneira que eu gosto, são meio bobinhos e tem uma história meio clichê ou simples demais. a 'Dreamworks' é uma boa empresa, perto da 'Pixar' ela é considerada 'genérica', mas quando eu vi o trailer de 'A Ilha Esquecida' eu pensei que seria uma animação do tipo 'underground' ou 'diferentona' que não cabia nas regras da 'Pixar' e por isso me chamou tanto a atenção e, por sorte, a assisti hoje e: que bom que isso aconteceu!
     'A Ilha Esquecida' é um filme de animação muito divertido, sim é para um público infantil, mas dá pra enxergar com muita clareza que ele aborda qualquer pessoa que curta e goste do gênero onde aqui é a amizade das duas garotas que crescem juntas e se veem num impasse da própria vida onde o mesmo destino que as uniu lá atrás agora quer as separar: uma quer fazer faculdade e a outra vive desenhando as criaturas que sua avó contava nas histórias: elas são amigas, mas com estilos muito diferentes! Claro, não seria um 'spoiler' ou novidade pra ninguém, pois está no trailer que essa ilha, esse local realmente existe e elas vão parar lá pra conhecer e até mesmo encarar uma aventura.
     Aqui está: a aventura, de fato, não é nada pela qual esperamos como um filme da 'Disney', por exemplo, onde segue um tipo de padrão ou algo muito próximo do que já conhecemos, pois aqui tem uma aventura, mas esse lance de 'amizade' e 'memórias' conta muito e é o caroço que tem no meio do filme e tudo gira em torno desse... Caroço? 
     Eu amei 'A Ilha Esquecida' e posso considerar a melhor animação que eu já vi neste ano de 2026, talvez perca, creio que perca, por aquele filme que ainda vai estrear que é todo em 'stop-motion' que deu um trabalho gigantesco para os envolvidos da 'Laika' por fazer acontecer e ter a paciência de Jó pra colocar esse projeto pra frente numa era onde a IA está ali do seu lado, pronta pra 'ajudar' e meter o nariz onde não deveria ser chamada.


     Mas voltando para 'A Ilha Esquecida', a história empregada é muito boa e eu realmente amei ter conhecido essas personagens e visto a evolução e o que elas aprontaram na tal ilha! Claro que nesse local mágico também nos é apresentado um cachorro / garoto que vive mudando de forma de maneira aleatória, um 'pequeno demônio' que acaba embarcando com elas nessa aventura e um 'sereio' que é todo musculoso e tem algum aspecto duvidoso na sua forma de agir. Claro que temos um vilão e alguns temas que mexemos nesse caldeirão pra fazer a aventura acelerar e coisas acontecerem o que eu não tenho pontos negativos pra pontuar aqui: o jeito de agir dos personagens, as músicas presentes (elas não cantam, são músicas conhecidas), a arte aplicada é sensacional, pois além do 3D aqui apresentado que é mais estilizado, temos muitas cores em 'efeito neon', ou algo do tipo, fora alguns outros estilos de animações que dão as caras aqui como o próprio anime (animação japonesa) que é muito influenciada aqui e acaba aparecendo num canto e no outro o que ficou bem legal, fora umas duas outras mais focadas em 2D que caiu muito bem.
     O projeto 'A Ilha Esquecida' é muito rico, a arte como já dito é muito bela e diferentona (até mesmo no 3D) fora as outras empregadas como um 'especial' pra deixar tudo mais recheado, a história não é nada boba e tem algumas partes de monstros e até mesmo do vilão que chega a assustar um pouco onde, creio que, a 'Dreamworks' forçou um pouco a mão nos movimentos, tensão e design assustador onde eu se fosse uma criança ficaria um pouco assustado e o longa não tem piadas bobas, sem sentido, voltadas pros jovens atuais e uma coisa que eu amei foi que parece que este filme não se passa na atualidade, pois as garotas gravavam fitas cassetes umas pras outras e essa 'tecnologia' é muito presente até quando elas crescem não tendo aparelhos celulares presentes na história o que eu achei legal, é simples e um detalhe, mas pra mim fez diferença.
     Encerrando: 'A Ilha Esquecida' é um filme muito bem feito, fizeram com o coração e o projeto como um todo é um prato extremamente bem servido para os fãs de animações e quem gosta de filmes desse tipo: ele é totalmente diferente e eu não via algo da 'Pixar' como este, por exemplo, em Novembro vai lançar um filme deles sobre uma jovem descobrindo poderes mágicos onde o trailer pareceu 'mais do mesmo' do que uma dúzia já lançada deles, diferente de 'A Ilha Esquecida' que é todo movimentado, muitas cores dentro de uma palheta neon que o transformou em algo estilizado, fora o estilo, o design e todos os outros componentes que somando ficaram maravilhosos: 'A Ilha Esquecida' tem um roteiro genial e a parte artística é de tirar o fôlego saindo totalmente do convencional, o que você quer mais? Com isso o espaço 'Black Dog' classifica 'A Ilha Esquecida' como um 'ótimo / excelente' (quatro estrelas e meia) filme, pois eu amei! #ValeOIngresso e com toda certeza vale sendo uma das melhores estreias do ano, um dos melhores filmes da 'Dreamworks' que tem uma história bem amarrada (sim, nenhum gancho pra uma continuação, mas sabemos que no futuro se ele for bem na bilheteria eles vão tirar alguma ideia do nariz), pra quem está procurando uma animação de qualidade pode ir sem medo e até mesmo você pai ou mãe que busca uma animação mais interessante e nada 'boba' ou 'simples' pro seu filho ver, eu super indico 'A Ilha Esquecida', pois seria uma animação que eu levaria uma criança pra ver.
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     "Descanse em paz Kiko, saiba que você ainda é meu melhor amigo e guardarei boas lembranças suas para todo o sempre, um cachorro brincalhão, fofo, carinhoso e um bom companheiro. Sua perda foi muito triste, mas foi o melhor pra você e se realmente existe um 'Céu dos Cachorros' eu acredito que você esteja lá, feliz, brincando e mandando energias positivas pra cá com muita felicidade com seu grande coração bondoso e fiel. Sempre te amarei meu amigo Kiko."





quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Resident Evil 3: A Extinção

                                               

     E como prometido eu estou trazendo todos, de pouco a pouco, filmes da franquia clássica onde muitos gostam e guardam com carinho e outros detestam e nem querem ouvir falar sobre o conceito dos primeiros filmes da franquia 'Resident Evil' onde aqui irei falar do terceiro filme: 'Resident Evil 3: A Extinção' que é um filme de 'ação' (sim, ainda continuamos batendo muito nessa tecla) que estrou no dia 5 de Outubro de 2007, não muito distante do segundo, sendo dirigido por Russell Mulcahy (nome novo na praça) e no roteiro continuamos com Paul W. S. Anderson (recomendo muito lerem as críticas desde o primeiro filme da franquia que já se encontra nesse espaço). No elenco temos Milla Jovovich, Oded Fehr, Ali Larter, Iain Glen, Mike Epps, Spencer Locke, Gary Hudson, dentre outros.

     O longa se passa alguns anos depois do segundo filme intitulado 'Apocalipse', pois aqui o planeta terra está 'morrendo' por conta que o vírus se espalhou pra tudo que é canto e seguimos a jornada no meio de um grande deserto que tomou conta de uma boa parte dos Estados Unidos onde é apresentado alguns personagens que conhecemos no segundo filme, outros sobreviventes (muitos) que encontraram pelo caminho e agora a Claire Redfield aparece comandando tudo enquanto a Jill simplesmente desapareceu. Alice sente que tem uma ligação muito grande com a Umbrella e planeja ficar distante do grupo pra não virar alvo de ataque onde eles tem uma pista de que na Antártida não existe vírus e eles tem planos pra irem até lá e tentar levar uma vida normal ao meio daquele caos que está se espalhando.


     Como já dito nas duas postagens anteriores sobre essa 'franquia clássica' eu tinha muito conhecimento dos dois primeiros filmes que assisti á exaustão, mas este foi diferente, pois o assisti pela primeira vez e não tenho nenhum tipo de vínculo ou 'reação nostálgica' com o mesmo. Foi uma surpresa muito grande e até mesmo negativa eles simplesmente retirarem de cena a personagem Jill Valentine que mostrava ser uma 'personagem bad ass', além de ser acolhida pelos fãs por ter um papel importante na franquia de games do mesmo nome e incluir a Claire Redfield porque... Sim! Não deram explicação sobre essa troca, nem falaram da personagem e os outros dois homens que acompanharam ela no final do segundo estão aqui, menos ela (vacilo).
     Mas e a história? Estamos sofrendo evolução e foi bem interessante ver o que aconteceu com o planeta terra depois de poucos anos com o vírus se espalhando de uma forma muito rápida atingindo, até mesmo animais e vegetação. Não só isso, mas temos a evolução da personagem Alice que consegue evoluir seus poderes e nos mostrar grandes novidades se tornando ainda mais 'braba' nas situações que se apresenta presente e para a alegria de uns, ou não, é apresentado um grande vilão do mundo dos games (bem diferente do mundo da franquia) e seu nome é Albert Wesker.
     Como dito, essa franquia de 'Resident Evil' é uma releitura com muitos elementos dos games, mas que segue uma história própria em torno de Alice que é uma pessoa ligada (e muito) com a Umbrella onde isso vai ficando muito nítido pra ela e para os fãs que estão consumindo um filme atrás do outro e só lembrando, se você anda meio perdido, a personagem em questão só existe no filme e não tem aparição ou citação em nenhum game da franquia.
     Eu continuei gostando da 'pegada' da franquia, ela segue muito acomodada ao nome 'Resident Evil' e traz muitas cenas de ação, mas continua com o roteiro bem pobre, pois poucas coisas acontecem chegando a ser bem previsível em alguns pontos e como o filme não é longo, tem uma ou duas situações bem arquitetadas que são legais, mas duram uns vinte minutos de 'adrenalina', pois a história aqui tem uma certa importância, mas a mesma é um 'plano de fundo' para as cenas de luta, malabarismos na hora de lutar e pra tudo ficar 'muito da hora' (nem sei se as pessoas usam esse termo anda), onde eu já disse e repito que essa franquia funciona muito bem pra adolescentes e jovens adultos que querem ver uma situação regada de ação e uma continuidade pra aquilo, onde cada filme avança um pouco mostrando como está agora e deixa um gancho pro final mostrando que tem mais coisa pra vir e este claramente deixa a porteira aberta para um quarto filme que sabemos que existiu e, se não me engano, eu fui ver ele nos cinemas (ou foi o quarto ou o quinto) e eu nem sei o motivo, pois fui ver sem ver o terceiro, ou ainda pior, o terceiro e o quarto, mas lembro da cena final e se eu assistir eu falo aqui se fui vê-lo em sua respectiva postagem. Com isso, o espaço 'Black Dog' classifica 'Resident Evil 3: A Extinção' como um 'bom' (três estrelas) filme, sim, aqui o 'fator nostalgia' não me atingiu na hora da avaliação, mas ainda sim cumpre o eu papel, não é rico nas cenas de ação, mas chega a divertir onde é muito grande para os fãs centrados, mas pra uma pessoa que desejava ver mais, visava ver além daquela história apresentada vai achar 'Resident Evil 3: A Extinção', como todos os outros citados antes deste, dentro da franquia, e acredito muito que nos três próximos, bem pobre e previsível.
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segunda-feira, 21 de setembro de 2026

Resident Evil: Apocalipse

                                               

     E agora vamos continuar falando da franquia clássica trazendo 'Resident Evil 2: Apocalipse' que estreou apenas dois anos depois do primeiro: no dia 8 de Outubro de 2004 você já poderia ir nos cinemas conferir este filme, talvez, tão esperado pra quem curtiu 'O Hóspede Maldito'. Dirigido por Alexander Witt (cara nova no pedaço) onde aqui, Paul W. S. Anderson só veio pra direção, no elenco contamos novamente com a participação da bela Milla Jovovich, Sienna Guillory, Oded Fehr, Thomas Kretshmann, Jared Harris, Sandrine Holt, Mike Epps, dentre outros.

     'Resident Evil 2: Apocalipse' segue o fio que o primeiro deixou solto onde as pessoas infectadas pelo 'T-Virus' conseguiram sair da colmeia e atacar os demais e logo toda cidade de Raccon City estava afetada por pessoas contaminadas. No meio disso entra um esquadrão da Stars (referência gamer) junto com a 'durona' Jill Valentine pra surpresa de muitos (personagem dos games) que está no meio daquela cidade fadada, já que a Umbrella está com planos de destruir tudo pra não sobrar nenhum vestígio de vírus (e de qualquer humano que tentar sair vivo sem mesmo estar infectado, mas pode estar sabendo demais). Claro que nessa aventura aparece Alice que bate de frente com Jill e um pequeno grupo que deve encontrar uma garotinha que está escondida na escola sendo a passagem deles saírem dali com vida por um pesquisador importante da Umbrella que está contando com eles pra trazer a garotinha de volta para seus braços. Mas no meio de várias hordas de zumbis, tiroteio e muita ação temos o temível Nemesis (esse é dos games) que é uma arma biológica criada depois do primeiro filme pra dar uma forma maior pra destruir toda cidade e acabar com tudo e todos que possam estar vivos por lá.


     Pra você que caiu de gaiato nessa postagem, saiba que estou em progresso pra assistir todos os filmes dessa 'franquia clássica' que é elogiada por muitos e xingada por muitos outros, eu não vi todos os filmes, mas estão na minha lista pra mim ir vendo entre essa semana e na outra e criticando e falando um pouco de cada um pra no final chegar num veredito, pois se não estou enganado temos mais quatro filmes á frente até descobrir se essa franquia valeu a pena ou não então, se você é do futuro, pode usar a barra de pesquisa aqui dentro do espaço 'Black Dog' pra procurar sobre 'Resident Evil' e ler a sinopse de todos (junto com o de 2026 e aquele que inventou de trazer o Leon, mas parece que não foi muito contente com a ideia).
     Mas vamos continuar e sim, ontem foi Domingão e eu já vi o primeiro e o segundo filme numa tacada só pra falar sobre os dois hoje e uma curiosidade interessante é que na avenida da minha casa tinha uma locadora bem pequena quando eu era criança e na frente dela tinha o 'stand' (aquele papelão promocional que se vê muito em cinemas) com a personagem Alice recortada e de pé como vemos no poster anexado no início dessa postagem: eu passava lá quase todos os dias voltando da escola ou saindo com minha mãe e me deparava com a personagem onde eu era louco pra ver o filme, mas em casa não tinham o costume de alugar e muito menos 'Resident Evil 2: Apocalipse' que deveria ser um filme bem violento onde, infelizmente, só pude ver ele anos depois e enquanto isso eu via e revia o primeiro quando tinha a oportunidade.
     'Resident Evil 2: Apocalipse' é uma evolução do primeiro filme onde eu gostei muito deles estarem exatamente colados e a história prosseguir daí: Alice retorna bem mais mortal, tem muito conhecimento de combate e armas e não tem medo de nada onde, por grande surpresa, cruzamos o caminho de Jill Valentine, a 'crush' de muitos jogadores da franquia e que faz uma dupla bacana com a Alice dentro do grupo que estão pra fugir da cidade fadada á destruição fora a presença do Nemesis pra fechar com chave de ouro.
     Deu pra enxergar em 'Resident Evil 2: Apocalipse' que eles fizeram muito um 'fan service' incluindo esses dois personagens citados pra 'valer por merecer' a existência do filme, já que o primeiro fez sucesso (creio eu), mas deveria se sustentar para um possível futuro da franquia e ainda mostrar melhora e uma evolução dentro da história. O roteiro de 'Resident Evil 2: Apocalipse' não é tão diferente do primeiro no quesito 'se acomodar ao nome 'Resident Evil', pois sim, tem uma evolução na história que agora se passa na cidade Raccon City, eles tem uma missão pra achar uma garotinha que é a chave pra eles saírem dali e ainda tem o Nemesis que aparece uma vez ou outra, mas mesmo assim é nítido ver que o roteiro é bem previsivel.
     É interessante enxergar que 'Resident Evil 2: Apocalipse' funciona perfeitamente pra adolescentes e jovens que são fãs da franquia de games, sem brincadeira, creio que na época muitos deles apontaria para este e o filme anterior como excelentes, creio que ainda mais este, pois parece muito um 'jogo de videogame, mas em filme' e traz dois personagens bem conhecidos junto com muita ação, malabarismos sem explicação e algumas lutas insanas. Porém quem queria ver um filme mais engajado ou com um olhar mais crítico (tão é que os críticos desceram a lenha nessa franquia clássica, em todos os filmes onde só o primeiro recebeu uma nota 'melhorzinha'), vai notar o básico presente no longa e a falta de expertise no mesmo (falei bonito), pois a maioria das coisas são previsíveis, a história é bem básica, alguma noção de criatividade que o roteirista teve foi empregada em cenas de ação que não foi muito 'uau' e o Nemesis que no jogo vive perseguindo, aqui ele não faz isso e aparece umas três ou quatro vezes no máximo: um desperdício. Se eu gostei de 'Resident Evil 2: Apocalipse'? Claro! Infelizmente o 'fator nostalgia' grita dentro de mim, pois assisti muito esse filme (e foi o último, pois do terceiro em diante tudo será 'novidade' pra mim, então eu acho que serei mais crítico já que não conheço muito os filmes), e gostava já que, como dito, é como o jogo, mas em forma de filme e mesmo tendo um roteiro básico, algumas galhofas aqui e ali e coisas previsíveis pra tudo que é lugar, o longa tem ação e 'funciona' de uma maneira estranha e complicada de explicar, mas funciona e por isso o espaço 'Black Dog' continua na mesma linha de raciocínio que o primeiro e repete: 'Resident Evil 2: Apocalipse' três estrelas e meia (bom / ótimo filme), pois mesmo sendo pobre e oferecendo pouco ele diverte e 'faz acontecer': pouco, sim, mas acontece e para os fãs na época (mais adolescentes e jovens adultos) estava mais que perfeito por continuar de onde parou o primeiro, a cidade toda destruída com zumbis pra tudo que é lugar, a Alice aparecer mais durona e ainda com alguns da equipe Stars, Jill Valentine e o Nemesis: o que mais vocês estão querendo? Eles disseram a época em que o longa foi lançado e, até que é compreensível (risadas, talvez com um pouco de nervosismo embutido).
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